Joaquim Couto assume pelouro da invocação e dinamização ecnonómica

Por Rita Almeida / Quarta-feira, 25 de Outubro de 2017 / Publicado na categoria Notícias, Regional

Inovação, Dinamização Económica e Internacionalização, Gestão de Fundos Comunitários, Regeneração Urbana, Cultura, Turismo e Obras Municipais são os pelouros que o presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto, vai assumir, tendo em conta as prioridades assumidas para o mandato 2017-2021. A vice-presidência da autarquia é assumida por Alberto Costa.

A par da Inovação, Dinamização Económica e Internacionalização, o presidente da autarquia assume ainda a Gestão de Fundos Comunitários, a Regeneração Urbana, a Cultura, o Turismo e as Obras Municipais. São, segundo sublinhou, áreas de grande importância no impacto económico do concelho, pelo que se revelam de grande importância nas políticas que vão ser tomadas nos próximos quatro anos.

Na distribuição de pelouros, existem várias novidades. Para além da vice-presidência e da dinamização económica, Alberto Costa assume o pelouro da Governação Local e Cidadania, com a criação de um gabinete prioritário de atendimento às Juntas de Freguesia, bem como a Mobilidade Sustentável, os Serviços Gerais e os Recursos Humanos, este último em articulação com o presidente da Câmara .

Já a vereadora Ana Maria Ferreira, fica com as pastas do Ambiente, Desporto e Gestão Económica e Financeira. Exatamente o Ambiente é uma das áreas estratégicas assumidas para este mandato.

O quarto elemento da lista eleito pelo PS, José Pedro Machado, assume o cargo de vereador adjunto. Mantém a Coesão Social e a Saúde, aos quais se juntam as pastas da Proteção Civil, da Floresta e Bombeiros, da Proteção Animal e dos Serviços Urbanos.

Tiago Araújo fica responsável pelos pelouros da Cultura, Turismo e Juventude, que já tinha desde julho de 2015, aquando da entrada no executivo camarário, ficando também, a partir de agora, com as Relações Internacionais.

A sexta e nova vereadora eleita pelo PS, Sílvia Tavares, assume os pelouros da Educação e Formação,  do Emprego e Inserção Profissional, da Modernização Administrativa e dos Sistemas de Informação.

Joaquim Couto, na apresentação do novo elenco para o mandato 2017-2021 referiu que ter seis vereadores é sempre melhor do que ter apenas 5.

“Seis a pensar em vez de 5 é melhor porque é possível distribuir os pelouros por 5 pessoas e não por 4. É possível ter outras responsabilidades. Para nós é bom ter mais um vereador e para o município, também, porque melhora a participação no município”.

O presidente da Câmara refere que os pelouros do emprego e educação serão importantes para este novo ciclo político.

“O pelouro da educação e do emprego que são conexos, que são muito importantes. Assumiram no passado e vão assumir no futuro uma área dominante porque é aí que nós acreditamos que vai ser o desenvolvimento e a qualidade de vida será uma expressão. Assim, o investimento, a dinamização económica, o emprego, as novas empresas serão uma prioridade para a Câmara Municipal”.

Quem vê o seu trabalho mais valorizado será o Gabinete de Apoio à Presidência, conforme revela Joaquim Couto.

“O gabinete de apoio à presidência tem tido um papel de apoio direto a todo o que tem haver com o presidente da Câmara. Tal como o nome indica é um gabinete de apoio ao presidente da Câmara. No entanto, o legislador e a lei tem atribuído um valor reforçado de maior intervenção e até de atividade. É isso que se pretende no fundo, adeptar o gabinete de apoio à lei”.

O autarca fala ainda do pelouro da coesão social que considera fundamental, bem como afirma que se no mandato anterior existiram projectos, agora neste mandato é tempo de execução.

“As áreas essenciais são a coexão social porque a crise ainda não acabou. Essa coexão social passa pela educação, passa pela ação social, pela habitação, pela saúde, pelas várias vertentes. É um das prioridades a coexão social e vão manter-se. A dinamização económica e o emprego são essenciais e o investimento público porque as pessoas têm necessidades e nós vamos fazer o que elas precisam. Queremos fazer um conjunto de obras que já estão planeadas e programadas e já aprovadas para este mandato. Portanto este mandato vai ser de execução, já que o mandato anterior também foi muito de fazer projetos e obviamente o ambiente e a sustentabilidade porque está na agenda do 2020 e do 3030 a nível europeu e a nível internacional. Estamos de facto agora de avançar nos recursos hídricos e ligados ao meio ambiente e de promover a saúde”.

A descentralização será outro dos factores mais importantes para este novo ciclo político. Joaquim Couto afirma que as Juntas de Freguesia têm um papel preponderante no desenvolvimento do Município.

“Vai tocar às juntas de freguesia porque as juntas têm um papel essencial. A nossa relação com as juntas de freguesia, aprofundado no último mandato, vai continuar com a criação de um gabinete de atendimento aos presidentes de junta para aprofundar essa relação e isso implica delegações de competências e uma maior descentralização de coisas que a Câmara atualmente faz. Este é um processo que se está a iniciar, vamos ver como as juntas de freguesia reagem”.

Até ao final do ano tudo estará a funcionar a cem por cento na Autarquia com a aprovação do Orçamento Municipal e toda a reestruturação que será necessária fazer.

“Até ao final do ano nós temos de ter orçamento e plano aprovado, temos de ter a reestruturação orgânica da Câmara toda pronta, a distribuição de pelouros, a definição dos espaços tudo no máximo até ao final do ano”.

Câmara Municipal de Santo Tirso já distribuiu os pelouros pelos seis vereadores eleitos pelo Partido Socialista para o mandato 2017 – 2021.

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