Paula Brito e Costa justifica despesas e quer “pedido de desculpas”

Por Tiago / Sábado, 16 de Dezembro de 2017 / Publicado na categoria Nacional, Notícias

 

A ex-presidente da Raríssimas acredita que as despesas que fez enquanto líder da associação são justificadas e afirma que “merecia um pedido de desculpas”.

Em entrevista publicada, este sábado, no “Expresso, Paula Brito e Costa desmonta as várias acusações que lhe foram feitas na última semana, começando por explicar que o salário de três mil euros não está sujeito às regras aplicada às IPSS, porque não era remunerada como presidente da Raríssimas, mas como “empregada por conta de outrem”.

Afirmando que “todos os tijolos” da Casa dos Marcos são da sua responsabilidade, Paula Brito e Costa critica o antigo tesoureiro Jorge Nunes e continua as explicações sobre os gastos da associação. O Plano Poupança Reforma terá sido usado para substituir o prémio de produtividade que nunca foi pago e sobre as despesas de deslocações afirma ter deixado de as receber quando recebeu o BMW de serviço.

Sobre as despesas com vestidos e supermercado, a ex-presidente afirma que os vestidos da marca Karen Miller “são fardas” de trabalho que usa, por exemplo, “para ir à rainha” e eventos. Ainda assim, reconhece que não foi o procedimento mais correto e que tal só aconteceu uma vez.

Já sobre a conta de supermercado onde constavam 230 euros em gambas, Brito e Costa afirma que é alérgica a marisco, mas que estas foram usadas num jantar de trabalho em casa com “figuras internacionais” que iriam investir na associação. “Se os levasse ao Gambrinus a conta seria muito maior”, justifica.

Afirmando que nunca usou o cartão da associação para uso pessoal e que angariou muito dinheiro para a Raríssimas, termina a entrevista afirmando que “merecia um pedido de desculpas do país”.

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