CDS dá nota negativa a ministro e fala em descentralização

Por Rita Almeida / Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018 / Publicado na categoria Nacional, Notícias

O primeiro-ministro saiu em defesa do ministro das Finanças para afiançar que em circunstância alguma Mário Centeno sairá do Governo. António Costa frisou que mantém toda a confiança no ministro das Finanças.

“Eu queria dizer de uma forma muito clara que o Prof. Mário Centeno é uma pessoa de enorme dignidade e enorme seriedade que tem prestado serviços de grande relevância para o país em quem mantenho toda a confiança que de forma alguma sairá do governo”.

António Costa a garantir que Centeno mantém a sua confiança para continuar a gerir a pasta das Finanças.

Entretanto, a presidente do CDS-PP recusou comentar o alegado caso de favorecimento que envolve o ministro das Finanças.

Assunção Cristas diz que avalia a política desenvolvida pelo ministro como muito negativa, porque promete muito e nada faz, na área do investimento.

“Eu não gosto  de falar sobre casos e sobre investigações. A nossa avalia sobre o ministro é uma avaliação política com aquilo que o ministro promete e não faz, que o ministros que acontece e não acontece e por isso eu acho que o ministro merece uma nota muito negativa por causa do investimento, não cumpriu a sua palavras nem o orçamento”.

Ainda nas jornadas parlamentares do CDS Nuno Magalhães diz que descentralização não é uma guerra norte-sul

O líder parlamentar do CDS deixou o recado depois de Rui Rio ter questionado a instalação da Google em Lisboa.

“A descentralização para nós não é uma guerra norte-sul, mas sim uma guerra para combater o sub-desenvolvimento de algumas áreas, combater assimetrias, combater desigualdades. Mais e melhores competências entre os municípios, quer as que já existem sem criar novos cargos”.

Também a líder do partido aproveitou para nestas jornadas parlamentares falar do caso autoeuropa, afirmando que não pode haver guerras partidárias na empresa.

“Todos aqueles que estão a pensar de boa fé em resolver problemas e em garantir que a Autoeuropa continua no nosso país, essas posições devem ser valorizadas. Não aqueles que fazem da Autoeuropa um lugar de palco para disputar partidárias e disputas entre sindicatos”.

Jornadas parlamentares do CDS em Setúbal.

Partilhe
TOP