Santo Tirso aposta nas empresas com visita do Ministro da Economia

Por Rita Almeida / Terça-feira, 06 de Fevereiro de 2018 / Publicado na categoria Notícias, Regional

O Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral esteve ontem em Santo Tirso onde apadrinhou um acordo celebrado entre a Autarquia tirsense e seis empresas do Concelho. Um protocolo que prevê benefícios fiscais para estas empresas no valor de 1, 2 milhões de euros num investimento total das empresas a rondar os 36 milhões de euros e a criação de 150 postos de trabalho diretos.

No final da cerimónia o ministro mostrou-se satisfeito por ver esta iniciativa camarária que combate o desemprego e impulsiona a economia.

“Os vários investimentos apresentados mostrar bem o dinamismo que está a acontecer na economia portuguesa. Está a acontecer em todo o país e num conjunto amplo de setores, no têxtil, nos plásticos, no setor agro alimentar, nas máquinas, no automóvel. Em 2017 tivemos em Portugal um dos maiores crescimentos das exportações, o maior da última década, tivemos de número muito bons”.

Manuel Caldeira Cabral disse ainda que o país só tem a ganhar com estas iniciativas e está disponível com o seu ministério para responder afirmativamente aos desafios lançados pela Câmara Municipal para beneficiar as zonas industriais do concelho.

“O veto que foi lançado é o tipo de problemas positivos que estamos a ter hoje em Portugal, que é um zona industrial que está a crescer e que precisa de mais capacidade de energia elétrica e é óbvio que o sistema tem de responder e não pode ser o fornecimento de energia elétrica e outras infraestruturas a travar o crescimento que está acontecer aqui em Santo Tirso. Santo Tirso teve uma grande redução do desemprego e está com uma dinâmica muito forte”.

Já Joaquim Couto, que celebrou ontem 100 dias como presidente da Câmara neste novo mandato, estava naturalmente satisfeito com esta iniciativa, afirmando que o desemprego em Santo Tirso tem vindo a decrescer e que a Autarquia está ao lado do tecido empresarial para criar condições sociais que permitam às famílias viver num clima de paz social.

“Nós neste momento quando estamos a dizer que são 36 milhões de investimento, um milhão e 200 mil de incentivos estamos apenas a falar de uma parte porque estes incentivos são a nível nacional e até mesmo a nível internacional. Mas são uma parte muito importante e que significa a competitividade intermunicipal. Aquilo que nós entendemos que sejam as nossas prioridades, como a coesão social, a procura de emprego qualificado e o investimento significa que as empresas já receberam outros incentivos”.

O acordo assinado incidiu sobre as licenças municipais, taxa municipal de urbanização, derrama, imposto municipal sobre a transmissão onerosa de imóveis e no imposto municipal sobre imóveis.

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